06.30.08
A perda maior
Dia 3 de maio, sábado, notícia triste. Chego em casa e sou informada de que meu amigo está indo embora. Uma partida dolorosa, de gosto amargo. Meu querido amigo partiu para a eternidade, sem volta, e pior perda não há. Quando um amigo se vai, no fundo, pensamos em reencontrá-lo um dia, quem sabe, não para voltar ao que era, mas para, ao menos, tomar um café e conversar. Já esse não voltará.
Quando estava triste e feliz ele estava do meu lado. Quando ninguém me compreendia, lá estava ele comigo. Dez anos de total companhia. As lembranças vêm, dia após dia, lembrar o quanto ele foi importante para mim e o quanto me fez feliz. Seus hábitos, manias, brincadeiras, tudo ficou impregnado em mim.
No começo desse mês perdi o amigo que nada me pedia em troca de seu carinho, quem eu sabia que entre ventos e tempestades estaria ao meu lado. Infelizmente não pôde ser eterno e o perdi para o cansaço, a fragilidade, idade. 3 de maio de 2008 – perdi meu cachorro, meu “amigo de estimação”.
(Esse post foi escrito no começo de maio – um desabafo – quem tem um, sabe do amor envolvido)